Com clima interiorano, Frangó abriga rótulos de cerveja do mundo todo

Mesmo aos incautos que nunca estiveram no Frangó, não é necessário muito tempo para perceber quais os alicerces do tradicional bar da zona norte. Nas paredes, fotos e pôsteres prometem uma volta ao mundo por meio de inúmeras cervejas.

E o menu, que lhe rendeu o título na categoria “Melhor carta de cerveja” pelo júri, cumpre. Da Argentina à Lituânia, dos Estados Unidos às ilhas Fiji, passando pela tradição europeia, que inclui a pureza bávara e os monges trapistas belgas, está tudo lá, distribuído em cerca de 300 rótulos. Tem espaço também, cada vez maior, para as novidades brasileiras, coqueluche de um ano para cá.

Não bastasse isso, o bar é reconhecido por servir um dos melhores quitutes da cidade, a coxinha com Catupiry, quase sem concorrentes e a mais pedida entre os diversos ambientes.

Pioneiro no ramo, hoje o Frangó tem similares tão sortidos em rótulos quanto ele, mas não com o charme do casarão de 1894 no largo da Matriz, lugar aprazível com jeito de praça do interior. Assim é o Frangó, o interior fora e o mundo dentro.